terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Conecta 56
#ciencia #humano #natureza #odontologia #saude #dentes
Esta é uma descoberta fascinante que parece saída de um filme de ficção científica, mas está prestes a se tornar realidade clínica. A Ciência que "Cria" Dentes do Zero: Imagine a cena: você perdeu um dente e, em vez de recorrer a implantes de titânio ou próteses desconfortáveis, o seu dentista simplesmente aplica um medicamento que faz um novo dente nascer. O que parece futurista demais acaba de entrar em fase de testes em humanos, graças a uma descoberta revolucionária no Japão. A Proteína USAG-1. Liderados pelo pesquisador Katsu Takahashi, do Hospital Kitano, em Osaka, cientistas identificaram que todos nós possuímos o "mapa" para uma terceira dentição. O problema é que uma proteína específica, chamada USAG-1, atua como um freio biológico, impedindo que novos dentes se desenvolvam após a dentição permanente. A lógica da descoberta é elegante em sua simplicidade: A Descoberta: A USAG-1 bloqueia os sinais de crescimento dental. A Solução: Os cientistas criaram um anticorpo capaz de neutralizar essa proteína. O Resultado: Sem o "freio", o corpo retoma sua capacidade natural de gerar dentes.
Dos Laboratórios para os Consultórios: Os resultados em camundongos e furões foram impressionantes, mostrando que o bloqueio da proteína é seguro e eficaz para estimular o rebroto (crescimento de um novo dente). Agora, o mundo volta os olhos para os testes em humanos, que já estão em andamento. Se os testes forem bem-sucedidos, o tratamento poderá estar disponível comercialmente até 2030. Inicialmente, o foco será em crianças com anodontia (condição genética onde os dentes não nascem), mas o objetivo final é expandir para qualquer pessoa que tenha perdido dentes devido a cáries ou acidentes. Ponto de Reflexão: Estamos presenciando o nascimento da "odontologia regenerativa". Em breve, a pergunta no consultório não será mais "qual prótese vamos colocar?", mas sim "está pronto para deixar seu novo dente crescer?".
No Brasil, a comunidade científica e órgãos oficiais (como o CFO - Conselho Federal de Odontologia) acompanham os avanços japoneses com grande entusiasmo, embora o país ainda não tenha um ensaio clínico idêntico ao de Katsu Takahashi em andamento, emitiu notas esclarecendo que, embora as manchetes pareçam futuristas, as pesquisas sobre a proteína USAG-1 são reais e fundamentadas. O conselho destaca que o Brasil é um dos países que mais poderá beneficiar desta tecnologia, dado que cerca de 15% da população adulta brasileira sofre com a perda total ou parcial de dentes, segundo dados do IBGE.
Pesquisas de Ponta na USP e UNICAMP. Embora o foco japonês seja o bloqueio da proteína USAG-1, pesquisadores brasileiros em universidades como a USP (Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto) e a UNICAMP exploram vertentes complementares da Odontologia Regenerativa: Células-Tronco: Existem estudos avançados no Brasil sobre o uso de células-tronco de polpa dentária (muitas vezes coletadas de dentes de leite) para regenerar tecidos dentários e até osso alveolar. Biomateriais: Pesquisas brasileiras focam em "arcabouços" (scaffolds) biológicos que ajudariam o novo dente a crescer no formato correto, que é justamente um dos desafios citados pelo Dr. Takahashi. Diferentes portais de ciência brasileiros (como a Revista Pesquisa FAPESP e a Exame), têm destacado que o Brasil possui um ecossistema de biotecnologia capaz de adotar essas terapias rapidamente assim que forem aprovadas internacionalmente. A expectativa é que, se o medicamento chegar ao mercado em 2030, o Brasil possa ser um dos grandes centros de aplicação devido à sua vasta rede de cirurgiões-dentistas qualificados. O Brasil é um dos países mais ativos na divulgação e preparação teórica para essa nova era da odontologia, com grupos de pesquisa prontos para colaborar nos testes de segurança e eficácia no futuro.
Conecta 57
#brasil #pardo #indigena #negro #ribeirinho #branco #mestico
Afinal de contas o Brasil é branco, negro ou indio? Essa é a pergunta de "um milhão de palmitos" que define a nossa identidade. A resposta mais honesta, baseada na ciência, na história e na sociologia, é: o Brasil não é um país é um continente. O Brasil é branco e negro e indígena. No entanto, se tivéssemos que escolher uma definição que unifique tudo, a palavra correta seria Mestiço (ou Pardo, no termo oficial do IBGE). Aqui está o porquê de cada uma dessas camadas ser fundamental: Geneticamente: Somos uma Mistura Irreversível. Se você olhar para o DNA médio do brasileiro, verá que quase ninguém é "puro". Somos um dos raros países onde a mistura não aconteceu apenas nas margens, mas no núcleo da formação populacional. O Brasil é o país com a maior população de origem africana fora da África, tem uma das maiores heranças genéticas indígenas das Américas e uma das maiores heranças europeias do hemisfério sul.
O Brasil não é europeu porque nosso comportamento e alma são tropicais, muito ligados a natureza e adeptos de rítmicos de vários países. O Brasil não "é" puramente africano porque falamos uma língua latina e vivemos sob leis europeias. O Brasil não "é" puramente indígena, embora nossa relação com a terra e nossos hábitos de higiene e alimentação sejam nativos. Estatisticamente: O Brasil é "Pardo" e diverso como nossa natureza.
Pela primeira vez em 2022, o IBGE confirmou que a maioria absoluta dos brasileiros se identifica como parda. Isso significa que o brasileiro médio se olha no espelho e não vê um branco europeu, nem um negro retinto, nem um indígena de aldeia, ele vê a mistura.
O retrato por regiões: O DNA conta a história das migrações e ocupações de cada parte do país: Norte: É a região com a maior carga de DNA Indígena do país (chegando a 30% ou mais em média). Nordeste: Possui a maior contribuição de DNA Africano (especialmente no litoral e na Bahia). Sul: Apresenta a maior predominância de DNA Europeu (acima de 75%), devido às ondas de imigração alemã, italiana e polonesa. Sudeste e Centro-Oeste: São as regiões mais equilibradas, com alta mistura das três linhagens. O DNA do brasileiro é considerado um dos mais diversos e complexos do mundo. Estudos genéticos recentes (como o projeto DNA do Brasil, publicado na revista Science em 2025) confirmam que somos um "mosaico genético" formado por três matrizes principais branco, negro e indio, mas com uma curiosidade: nosso DNA nem sempre bate com a nossa aparência.
Dados do Censo indígena indicam o crescimento de 305 para 322 etnias no Brasil e um total de 295 línguas faladas. Sabemos dos desafios para se fazer um mapeamento desta dimensão, e também da importância de termos os números reais da diversidade dos povos originários em nosso país. Com dados atualizados, podemos avançar na proteção e implementação de políticas públicas no Brasil. As línguas não são apenas uma forma de expressão, mas um elemento da construção cultural. Quando uma língua se perde, vai embora junto parte da tradição e dos ensinamentos de um povo. É por isso que o governo implantou o Departamento de Línguas e Memórias, como forma de preservar a nossa história e cultura que ainda sofre muito com a discriminação racial.
Viva a diversidade dos povos indígenas, ribeirinhos, quilombolas e comunidade européia e asiática que fazem parte da nossa sociedade e contribuem para nossa forma única de viver, seja nas artes ou pelo amor ao próximo, mesmo com todas divergências a harmonia e o cuidado com a natureza prevalece, respeito a todas as diferenças!
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
Conecta 55
#HipHop #humano #natureza #tecnologia #culturaderua
O Brasil tem campeões em várias categorias há muitos anos, e precisam ser respeitados e apresentados ao grande público. Para dar sequência a esse trabalho vamos contar essa trajetória e juntar os profissionais competentes, essa é a intenção do canal de transmissão online True School Brasil, fundado em 2000 pelo DJ e Produtor Sylvio Muller, que já produziu vários discos, eventos, campeonatos e shows ao vivo e online, traz agora de forma mais ampla levando de São Paulo para o resto do mundo a cultura Hip Hop nacional e apresentando os novos representantes e talentos dos campeonatos e dos bailes mundo afora. Transmitir online em diversas localidades e usar o sistema de podcast (raid) para trazer profissionais e especialistas em diversos ritmos e também, campeonatos e eventos.
Teremos sedes no interior paulista na cidade de Apiai (Vale do Ribeira), na grande São Paulo, Sorocaba e Osasco, com estúdios preparados para apresentações ao vivo e entrevistas com renomados profissionais, como por exemplo mostrar a força e resistência da cultura dos discos vinil da fábrica Vinil Brasil com o mestre das bolachas Michel Nath, apresentando e recebendo King Nino Brown, Nelson Triunfo entre outros convidados, representantes dos elementos da cultura Hip Hop de outros estados e países.
Hip Hop - elementos: Breakdance - dança de rua / DJ - batidas e efeitos / Grafite - arte gráfica /Mestre de Cerimônias - Rap / Beatboxing - batida com a boca.
O Hip Hop chegou ao Brasil na década de 1980, impulsionado pelo movimento Hip Hop americano e se estabeleceu em São Paulo, onde jovens das periferias se reuniam em locais como a Praça 24 de Maio e a Estação São Bento do metrô. O movimento cresceu como uma poderosa forma de expressão cultural, social e política, denunciando desigualdades e servindo como um espaço de resistência e formação de identidade para a juventude periférica. A cultura se consolidou ao longo das décadas de 1990 e 2000, com o rap ganhando projeção nacional e diversificando-se com a incorporação de outros elementos e ritmos, resultando em um reconhecimento oficial em 2023 através do Decreto nº 11.784, que o reconhece como cultura nacional. Levar o Hip Hop para a escola é uma estratégia pedagógica poderosa. O Hip Hop não é apenas um gênero musical, mas uma cultura vasta que dialoga diretamente com a juventude, promovendo identidade, expressão crítica e criatividade.Para apresentar os quatro elementos (mais o quinto, que é o Conhecimento) de forma educativa e estruturada, recomendo uma abordagem em fases, integrando diferentes disciplinas (História, Artes, Educação Física e Língua Portuguesa).
A True School Brasil não é apenas um projeto educacional, mas sim uma TV Online (plataforma de mídia digital) que atua como embaixadora oficial da Zulu Nation Internacional no Brasil. A Zulu Nation, fundada por Afrika Bambaataa, é uma organização cultural que estabeleceu os princípios fundamentais do Hip Hop: Paz, Amor, União e Diversão.
Os elementos MC, DJ, B-Boy e Grafiteiros, são os principais representantes que continuam se aprimorando, e os brasileiros são campeões mundiais nessas categorias.
Zulu Nation Brasil é referência para comunidade Hip Hop, da periferia aos grandes centros é praticado e ensinado nas escolas, formando cidadãos e despertando talento de novos artistas. Em 2025, surgiu a ideia de São Paulo representar as comunidades do mundo todo que o Hip Hop impera como referência, modo de vida e seguindo os passos dos grandes mestres, já que desta grande metrópole surgiu o primeiro marco histórico na estação São Bento no centro da cidade, o espaço que reuniu os primeiros personagens de um estilo de vida que se aprimora mas mantém os elementos unidos e fortes, representada com muita competência com os principais profissionais do país pelos professores da,
True School Brasil, leva o Hip Hop até as escolas em 2026!
quarta-feira, 7 de janeiro de 2026
Conecta 54
#animais #humano #natureza #tecnologia #doar #adotar
Vivemos em uma era de hiperconectividade digital, mas, ironicamente, parece que estamos perdendo a conexão básica com a empatia e a responsabilidade. Hoje, o tema é urgente e dói no asfalto de cada esquina: o abandono de animais. Mais que um crime, uma falha de conexão. O abandono não começa quando alguém deixa um cão em uma estrada deserta ou um gato em uma caixa de papelão na frente de uma ONG. Ele começa muito antes, na objetificação da vida. Quando tratamos animais como acessórios de decoração, presentes de Natal ou "brinquedos" para crianças, desconectamos da realidade de que eles são seres sencientes, sentem medo, frio, saudade e dor.
Os números que não podemos ignorar: Estudos indicam que o abandono cresce em períodos específicos, como após as festas de fim de ano ou durante as férias de verão. A justificativa? "Não cabe na mala", "ele cresceu demais" ou "dá muito trabalho".
Abandono é crime: No Brasil, a Lei 14.064/20 aumentou a pena para maus-tratos, mas a fiscalização ainda depende de nós. O custo invisível: O abandono gera um problema de saúde pública, com a propagação de zoonoses e o sobrecarregamento de protetores independentes que, muitas vezes, tiram do próprio prato para alimentar os resgatados.
Mudar esse cenário exige uma mudança de mentalidade (o famoso mindset) sobre a tutela animal: Guarda Responsável: Antes de adotar, projete os próximos 15 anos. Você terá tempo, recursos e paciência? Castração é Solução: O controle populacional é a única forma eficaz de diminuir o número de animais errantes a longo prazo. Apoie a Rede: Você não precisa resgatar todos os animais do mundo, mas pode apoiar quem faz isso. Doe 1kg de ração, compartilhe um post de adoção ou ajude uma ONG local.
Um animal não é um objeto descartável; ele é um nó de afeto que se amarra à nossa vida. Que tal aproveitarmos a conexão que temos aqui para espalhar essa consciência? O amor de um animal é o único que nunca nos abandona. Que possamos, no mínimo, retribuir com a mesma lealdade.O objetivo é mostrar que adotar não é apenas um "ato de caridade", mas um investimento na própria qualidade de vida.Depois de falarmos sobre os desafios do abandono e o peso da lei, é hora de olhar para o outro lado da moeda: a transformação. Adotar um animal é uma das raras decisões na vida onde todos os envolvidos saem ganhando. No Brasil, quase 5 milhões de animais vivem em condições de vulnerabilidade, e o seu próximo melhor amigo pode ser um deles.
Quando você adota, você não apenas "ganha" um pet; você se torna parte de uma solução sistêmica:Você salva três vidas: A do animal que você leva para casa, a sua própria (pela companhia) e a do próximo animal que terá vaga no abrigo ou lar temporário graças à saída do seu. Diga não à exploração: Adotar combate o mercado de criadouros clandestinos e a objetificação da vida. Amigo não se compra, se encontra.
Personalidades prontas: Nos abrigos, existem animais de todos os perfis. Se você mora em apartamento e quer sossego, um gato ou cão adulto já tem o temperamento definido e será imensamente grato por um sofá macio. Benefícios que a ciência comprova: Ter um animal adotado em casa é um "remédio" natural para o corpo e a mente. Redução do estresse: Brincar com um pet eleva os níveis de serotonina e dopamina, trazendo calma e relaxamento. Saúde do coração: Estudos mostram que tutores de cães têm menor pressão arterial e são mais ativos fisicamente devido aos passeios diários. Combate à solidão: Em um mundo cada vez mais digital, o olhar de um animal oferece uma conexão real, tátil e incondicional. O "Efeito Gratidão": Quem já adotou um animal que sofreu nas ruas conhece o "olhar de gratidão". É uma lealdade profunda, de quem sabe que recebeu uma segunda chance. Eles não se importam com a sua marca de carro ou o tamanho da sua casa, eles só querem a sua presença. Como começar essa conexão? Se você sentiu o chamado para adotar, comece pequeno: Visite uma feira de adoção: Sinta a energia dos animais. Siga ONGs locais: Conheça as histórias dos resgatados. Seja Lar Temporário: Se ainda não pode adotar definitivamente, ofereça sua casa por algumas semanas. Isso salva vidas!
A conexão que você procura pode estar esperando por você em um abrigo. Que tal dar o primeiro passo hoje? Abuso ou abandono denuncie, disque 190.
quarta-feira, 24 de dezembro de 2025
Conecta 53
#amor #fraternidade #natureza #gratidão #gentileza #todosiguais
Independente de Religião ou Cor, Somos Todos Iguais.
Nascemos, crescemos e morremos necessitando de Amor e Carinho.
Vivemos em um mundo de cores vibrantes e crenças diversas. Olhamos ao redor e vemos a beleza da multiplicidade: diferentes tons de pele, idiomas que cantam histórias únicas e fés que apontam para incontáveis horizontes. Essa diversidade é, sem dúvida, a maior riqueza da humanidade. No entanto, por vezes, permitimos que as diferenças se tornem muros em vez de pontes, focando no que nos separa em vez de celebrar o que nos une.
Mas, se pararmos para refletir sobre a essência da nossa jornada, a verdade se revela com uma simplicidade inegável: por baixo de todas as camadas, somos fundamentalmente iguais. Por isso é tão importante o respeito às diferenças e nunca julgar, pois a dádiva da vida nos é ofertada e com ela nos tornamos seres de luz. Toda vida começa com um choro de bebê, um ser completamente indefeso, cuja única exigência é o acolhimento. Nascemos necessitando de carinho, de um toque seguro, de um olhar que nos diga "você pertence". Essa dependência inicial não conhece fronteiras geográficas, religiosas ou raciais.
O caminho ao longo do crescimento, todos nós buscamos conexão. Ansiamos por amizade, por pertencimento à família, por laços que nos deem força para enfrentar os desafios. O coração humano, seja ele de que cor for ou sob qual templo ore, vibra na mesma frequência quando encontra a empatia e o respeito. A dor de uma perda é universal; a alegria de uma conquista é compartilhada por todos que amamos. No fim, inevitavelmente, a vida se completa. No momento da partida saudáveis ou uma pessoa com deficiência, o que mais desejamos e o que deixamos para trás é o amor. Ninguém parte ou permanece sem ter sentido, em algum nível, a necessidade de ser cuidado, de ser lembrado com afeto e de ter o seu valor reconhecido. Não importa se nossas mãos se unem para orar em diferentes direções, se nossa pele reage de maneiras distintas ao sol ou se nossos costumes nos separam nas festividades. A alma humana é movida pela mesma bússola: a necessidade primordial de afeto. Quando removemos o rótulo da religião, o estigma da cor ou a barreira cultural, resta apenas o ser humano em sua fragilidade e beleza, clamando por ser visto e amado. A verdadeira conexão não está em concordar com tudo, mas em reconhecer a humanidade um no outro. Que possamos usar essa simples verdade como exemplo, pois estamos unidos e interligados com todos seres vivos através da natureza e temos as mesmas necessidades, como um motor para construir uma sociedade onde a gentileza seja a nossa principal doutrina e o abraço o nosso credo universal. Afinal, nascemos, crescemos e morremos necessitando da mesma coisa, amor e carinho. Essa é a nossa igualdade mais profunda e duradoura. A Gentileza em Ação: O poder de doar e cuidar conforta o coração.
A gentileza é mais do que um ato é uma postura de vida, um reconhecimento profundo da interdependência humana. Ela floresce em atitudes concretas que vão além do "bom dia" e transformam realidades. A essência da gentileza gera respeito, especialmente em um mundo de desigualdades, carente do teu compartilhar, seja tempo, recursos ou afeto.
Boas festas e um feliz 2026 é o que desejamos a todos, gratidão!!!
Vamos explorar como a gentileza se manifesta em formas tão vitais como a doação do excedente, o apoio aos necessitados e a adoção de seres vivos que precisam de um lar.
1. Doar o Excedente: O Fluxo da Abundância
O conceito de doar o excedente (aquilo que está além da nossa necessidade imediata) é uma prática ancestral e profundamente ética. Não se trata de dar o que não serve mais, mas de permitir que o que está em desuso ou em abundância em sua vida se torne útil na vida de outra pessoa.
Roupas e Objetos: Aquelas peças de vestuário em bom estado que você não usa há meses, ou eletrodomésticos funcionais que estão parados, podem representar dignidade e conforto para uma família em dificuldade.
Alimentos: O alimento que está prestes a vencer em sua despensa ou que seria descartado pode alimentar uma comunidade. A doação de alimentos não perecíveis a bancos de alimentos ou cozinhas comunitárias é um ato direto de gentileza que combate a fome.
Tempo e Conhecimento: Seu tempo é um excedente valioso. Dar aulas voluntárias, ajudar a ler documentos, ou oferecer sua habilidade profissional (como contabilidade ou consertos) gratuitamente a uma ONG ou a um vizinho idoso é uma das formas mais ricas de doação.
Doar o excedente cria um ciclo virtuoso: reduz o desperdício, gera bem-estar e reafirma que os recursos da Terra devem servir a todos.
2. Adoção e Ajuda: Cuidando de Quem Não Pode Pedir
A gentileza se estende a todos os seres vivos, especialmente aqueles que se encontram em situação de vulnerabilidade.
Adotar ou cuidar de um animal de estimação resgatado é um dos atos de gentileza mais transformadores, tanto para o humano quanto para o animal.
Impacto no Animal: Você tira um ser vivo de uma situação de abandono, rua ou superpopulação em abrigos, oferecendo-lhe segurança, alimentação e, acima de tudo, amor incondicional.
Impacto no Humano: Os animais ensinam sobre paciência, responsabilidade e oferecem uma fonte inesgotável de companheirismo, contribuindo significativamente para a saúde mental e emocional.
Doação de Medicamentos e Ajuda aos Necessitados:
A doação de medicamentos é uma forma crítica de ajuda. Muitas pessoas têm remédios controlados ou caros em casa que não são mais usados (dentro da validade e em boas condições) e que podem salvar vidas. Remédios: Procure programas de farmácias populares, postos de saúde ou ONGs que recebam e redistribuam medicamentos de forma segura e legal. Apoio ou ajuda aos necessitados abrange uma gama de necessidades. Pode ser: Financeira: Contribuir com organizações sérias que trabalham com causas específicas (moradia, educação, saúde). Emocional: Visitar lares de idosos ou hospitais (com permissão e preparo), oferecendo escuta e conforto. Material: Montar kits de higiene ou cobertores para pessoas em situação de rua, entregando-os com dignidade e respeito.
A essência da gentileza está no amor, em não guardar rancor ou ódio. Em todas as formas de ação, o que realmente conta é a intenção. A verdadeira gentileza é: Voluntária (Não espera retorno). Respeitosa (Não humilha quem recebe, mas o eleva).
Consciente (Não se limita ao que nos custa pouco, mas sim ao que, de fato, fará a diferença na vida do outro). Ser gentil é, portanto, a maneira mais bonita de reconhecer a nossa humanidade compartilhada, a mesma que nos une independente de religião ou cor.
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