terça-feira, 25 de agosto de 2026
Conecta 86
#ciencia #Adrianópolis #ValeDoRibeira #MeioAmbiente #Empregos #Desenvolvimento
Entre a memória do chumbo e a Chegada De Novos Empregos.
A relação de parte da população de Adrianópolis com empresas do setor mineral não pode ser entendida apenas pelo presente. Existe uma ferida histórica deixada pela antiga Plumbum e a atividade de mineração e beneficiamento de chumbo na região, associada à contaminação ambiental e a problemas que atingiram a população. Essa história ajuda a explicar por que, ainda hoje, existe desconfiança e resistência quando novas empresas chegam ao município. Para muitos moradores, a preocupação não é simplesmente contra a geração de empregos, mas o medo de que Adrianópolis volte a enfrentar problemas ambientais semelhantes aos do passado. Moradores de Adrianópolis (PR) denunciam Supremo Secil Cimentos por poluição e estragos em casas. Em 2015, a Supremo Secil Cimentos se instalou no município de Adrianópolis com o objetivo de produzir 1,7 milhão de toneladas de cimento ao ano. Na época, o então Governador Beto Richa comemorou a chegada da fábrica. O empreendimento contou com o apoio do Governo do Estado por meio do programa Paraná Competitivo, que oferece incentivos fiscais e outros benefícios. Richa disse, na inauguração, que a nova indústria mudaria o perfil socioeconômico da região do Vale do Ribeira, uma das mais empobrecidas do estado. Ao longo destes dez anos, no entanto, o impacto tem sido negativo para os moradores, que denunciam inúmeros problemas, como poluição e estragos nas casas, e pedem soluções tanto da empresa como da Prefeitura de Adrianópolis. “Meu pai já morava antes de 2011 ali, eu vim morar depois de 2011. Com a instalação dessa fábrica, acabou a tranquilidade do nosso bairro. Temos problema com poeira de cimento que se acumulam nas calhas das nossas casas, tem o lixo tóxico que eles queimam, causando mau cheiro durante a noite. Além de todos os problemas no presente, pensamos no quanto isso futuramente trará problemas de saúde”, diz o morador Nilson Alves Pedroso. Ao mesmo tempo, a empresa Supremo gera empregos, movimenta a economia local e também desenvolve ações sociais na comunidade, pontos que precisam ser considerados no debate. O grande desafio é encontrar o equilíbrio: Adrianópolis precisa de empregos e desenvolvimento, mas também precisa de segurança ambiental, transparência, fiscalização e respeito à saúde da população. Talvez a rejeição de parte dos adrianopolenses não seja apenas uma rejeição à empresa atual, mas também o reflexo de uma história que ainda não foi esquecida.
Os moradores também levaram a denúncia ao Ministério Público. O processo atualmente corre junto ao Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente, Habitação e Urbanismo (Gaema). Tramita no Gaema de Curitiba inquérito civil envolvendo a Fábrica Suprema Cimentos sobre a ampliação da empresa e possíveis danos ambientais. A partir deste inquérito civil, foi celebrado um termo de ajustamento de conduta, que vem sendo acompanhado pelo Ministério Público. Em nota, a Supremo Secil Cimentos disse que “todas as operações em Adrianópolis são conduzidas rigorosamente em conformidade com a legislação vigente e seguem as diretrizes dos órgãos competentes e implementa medidas preventivas para monitorar, minimizar, mitigar e eliminar os eventuais impactos ambientais de suas atividades, observando padrões e protocolos de segurança e saúde contínua e periodicamente avaliados pelos órgãos e instituições responsáveis para garantir o bem-estar de seus colaboradores e das comunidades do seu entorno. Reivindicações não foram atendidas na última audiência realizada pela diretoria da Supremo Secil Cimentos, em agosto, os moradores levaram uma carta apresentando as situações de risco à vida da população, pedindo principalmente que observem as legislações municipais e estaduais no que se refere à extração, produção e transporte de minérios, além de outros encaminhamentos que, segundo eles, não foram atendidos.
A pergunta que fica é: como construir um futuro de desenvolvimento sem repetir os erros ambientais do passado?
Fonte: @apiaensesbravos @brasildefato
terça-feira, 18 de agosto de 2026
Conecta 85
#ciencia #humano #vacinas #virus #vacinacura
Vacinas: quando o preconceito vence a ciência, todos nós perdemos!
Vivemos em uma época em que nunca tivemos tanto acesso à informação. Em poucos segundos, podemos descobrir uma pesquisa científica, acompanhar uma descoberta médica ou conversar com alguém do outro lado do mundo. Mas existe um paradoxo: quanto mais informação temos, maior também é a responsabilidade de saber distinguir conhecimento de desinformação. As vacinas são um exemplo claro dessa relação entre ciência, ser humano e tecnologia. É natural ter dúvidas e perguntar sobre efeitos colaterais, eficácia, composição ou necessidade de determinada vacina. A ciência não deveria ser tratada como algo que não pode ser questionado. Pelo contrário: a ciência existe justamente porque perguntas podem ser feitas, hipóteses podem ser testadas e evidências podem ser avaliadas. O problema começa quando a dúvida deixa de ser uma busca por conhecimento e passa a ser alimentada pelo preconceito, pelo medo ou por informações sem comprovação. Para muitas pessoas, doenças como sarampo, poliomielite, difteria e coqueluche parecem pertencer a um passado distante. Mas elas não desaparecem simplesmente porque deixaram de existir. Em grande parte, foram controladas graças a décadas de pesquisa científica, campanhas de vacinação, profissionais de saúde e políticas públicas. Quando a vacinação diminui, algumas dessas doenças podem encontrar novamente espaço para circular. É como uma ponte construída entre gerações: uma geração recebe a proteção, outra mantém essa proteção é a seguinte: muitas vezes cresce sem sequer conhecer o perigo que existia antes. E justamente por não conhecer o problema, pode acabar subestimando a importância da solução. Existe também uma questão profundamente humana. Nós tendemos a acreditar em histórias que confirmam aquilo que já pensamos. Nas redes sociais, os algoritmos podem reforçar esse comportamento, mostrando cada vez mais conteúdos semelhantes aos que despertaram nossa atenção. Uma informação falsa, quando repetida milhares de vezes, pode parecer verdadeira. Um vídeo com milhões de visualizações não substitui um estudo científico. Uma postagem compartilhada por milhares de pessoas não equivale a uma avaliação de segurança. A tecnologia ampliou nossa capacidade de acessar informação. Agora precisamos ampliar também nossa capacidade de avaliá-la. Defender a vacinação não significa dizer que ninguém pode questionar. Significa reconhecer que decisões importantes sobre saúde devem ser tomadas com informação confiável, evidências científicas e orientação de profissionais qualificados. Não devemos transformar quem tem dúvidas em inimigo. Talvez esse seja um dos maiores desafios da nossa sociedade conectada: combater a desinformação sem combater as pessoas. Uma conversa respeitosa pode abrir uma porta que uma discussão agressiva fecha. A ciência não é perfeita, ela é construída por seres humanos, pode ser aprimorada e está sempre aberta a novas evidências. É justamente essa capacidade de corrigir erros que faz da ciência uma das ferramentas mais importantes que temos para compreender o mundo. As vacinas são resultado dessa construção: pesquisadores, médicos, profissionais de laboratório, universidades, instituições de pesquisa e sistemas de saúde trabalhando durante décadas para desenvolver, testar, aperfeiçoar e monitorar tecnologias capazes de prevenir doenças. Em uma sociedade cada vez mais conectada, talvez a nossa maior vacina contra a desinformação seja justamente essa: curiosidade, pensamento crítico, responsabilidade e respeito pelo conhecimento. Não devemos ter preconceito com as vacinas porque questionar e buscar informação é saudável, mas rejeitar uma vacina apenas por medo, boatos ou preconceito pode aumentar o risco para a própria pessoa e para toda a comunidade.
quarta-feira, 12 de agosto de 2026
Conecta 84
#ciência #MataAtlantica #guardaparques #incendios #PicodaCaledônia
O Dia Mundial do Guarda-parques foi 31 de julho, mas devemos lembrá-lo sempre e deixar nosso respeito e agradecimentos para esses verdadeiros guerreiros contra os incêndios e desmatamento das nossas riquezas naturais. Os Guarda-parques (GPs) são os guardiões das Unidades de Conservação (UCs) e exercem um trabalho essencial para a proteção e manutenção das mesmas. São os primeiros a chegarem no combate ao fogo nos incêndios dentro das UCs. Fazem a fiscalização e promovem a conscientização e educação ambiental dos visitantes. Realizam palestras em escolas e universidades levando conhecimento da importância de se ter áreas naturais preservadas. Ajudam na pesquisa científica apoiando pesquisadores e muitos GPs atuam como pesquisadores nas UCs em que estão lotados.
O Brasil registrou 6.284 focos de incêndio ao longo do último mês de julho, de acordo com os dados consolidados do sistema BDQueimadas do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Apesar de o número representar uma queda de 35,9% em relação a julho do ano passado, o país entra agora em agosto no período mais crítico da temporada de seca, com novos focos ativos sendo monitorados diariamente via satélite. O Cerrado é atualmente o bioma mais atingido do país, concentrando 3.380 focos (mais da metade do total nacional). Vamos destacar o trabalho dos heróis no resgate do Pico da Caledônia, pois a visitação está temporariamente suspensa devido a um incêndio florestal de grandes proporções que atingiu a montanha. Quem olha de longe para o imponente Maciço da Caledônia, desenhado contra o céu de Nova Friburgo (RJ), muitas vezes esquece que aquela imensidão de pedra e verde pulsa vida. Uma vida frágil, que nos últimos dias esteve severamente ameaçada por um incêndio devastador. Diante das chamas que consumiram mais de 30 hectares de Mata Atlântica e campos de altitude, uma força humana exemplar se agigantou para salvar o coração do Parque Estadual dos Três Picos. Falamos aqui, com profunda reverência, dos nossos guarda-parques. Enquanto a maioria de nós acompanhava as notícias com aperto no coração do conforto de nossas casas, esses profissionais enfrentam o perigo real. Combater o fogo em uma montanha com mais de 2.200 metros de altitude não é apenas uma questão de força mecânica, é um teste extremo de resistência física, técnica e coragem. Subir encostas íngremes carregando equipamentos pesados, respirar a fumaça densa sob o vento forte da serra e encarar o calor sufocante exige uma bravura que ultrapassa as obrigações do ofício. É puro amor à terra, o trabalho do guarda-parque é por natureza, um exercício de doação silenciosa. Eles são os primeiros a chegar e os últimos a sair. Quando o foco principal finalmente é extinto, o trabalho deles continua na exaustiva e meticulosa etapa de rescaldo, revirando a terra quente para garantir que o gigante não volte a queimar. Eles não protegem apenas árvores, protegem as nascentes que abastecem nossas cidades, o refúgio da onça-parda e o ecossistema único que faz da nossa região um patrimônio inestimável. A destruição criminosa provocada pela ação humana nos revolta, mas a resposta imediata desses defensores da natureza nos devolve a esperança. O mais cruel é saber que esses incêndios são criminosos e acontecem em todo o país. Se o Pico da Caledônia ainda se ergue altivo, pronto para se regenerar, é porque homens e mulheres colocaram suas vidas em xeque pela preservação do coletivo. Às equipes do Inea (Instituto Estadual do Ambiente), aos guarda-parques e a todos os voluntários e bombeiros que sangraram e suaram no topo da montanha neste início de agosto, a natureza e as cidades devem a vocês um eterno muito obrigado. Vocês são os verdadeiros guardiões do nosso teto do mundo. Sem os guarda-parques seria impossível manter as Unidades de Conservação. Um viva para os Guarda-parques!
Preservar a natureza e a cultura dos povos ribeirinhos é o melhor investimento.
segunda-feira, 3 de agosto de 2026
Conecta 83
#ciência #residuos #usina #bioenergia #biofertilizantes #USP
Usina da USP gera bioenergia e biofertilizantes a partir de resíduos orgânicos. O modelo desenvolvido pelo Instituto de Energia e Ambiente oferece uma solução para a gestão de resíduos de municípios e empresas, transformando o material orgânico que seria descartado em aterros sanitários em energia elétrica, biometano e fertilizantes.
Pesquisadores da USP inauguraram uma usina que transforma resíduos orgânicos, como restos de alimentos e resíduos agroindustriais, em eletricidade, biometano e biofertilizantes. A iniciativa demonstra, na prática, como a ciência pode reduzir impactos ambientais e transformar resíduos em recursos valiosos para a sociedade. O projeto, desenvolvido pelo Instituto de Energia e Ambiente (IEE-USP), utiliza o processo de digestão anaeróbia, no qual microrganismos decompõem a matéria orgânica na ausência de oxigênio. Durante esse processo é produzido o biogás, que pode ser utilizado para gerar energia elétrica ou refinado em biometano, um combustível renovável capaz de substituir o diesel e o gás natural em diversas aplicações. Além da produção de energia, o sistema gera biofertilizantes ricos em nutrientes, que podem ser utilizados na agricultura para melhorar a fertilidade do solo e reduzir a dependência de fertilizantes minerais. Com isso, diminuem-se os resíduos enviados aos aterros sanitários, as emissões de gases de efeito estufa e os custos associados ao descarte de resíduos orgânicos. Atualmente, a usina processa cerca de 25 toneladas de resíduos por dia, com capacidade licenciada para atingir 43 toneladas diárias. O modelo pode ser replicado por municípios, indústrias alimentícias, supermercados, centrais de abastecimento e grandes restaurantes, fortalecendo a economia circular, a bioeconomia e a produção de energia renovável no Brasil. Mais do que uma solução para o tratamento de resíduos, essa tecnologia mostra que é possível transformar um problema ambiental em energia limpa, fertilizantes e desenvolvimento sustentável, aproximando o país de uma economia de baixo carbono. O modelo tecnológico desenvolvido pela USP está apto a ser adotado por prefeituras, regiões metropolitanas e por grandes geradores de resíduos da cadeia alimentar, como indústrias alimentícias, centrais de abastecimento e restaurantes. A planta foi planejada para operar majoritariamente com resíduos alimentares, mas também pode ser abastecida com resíduos orgânicos da agroindústria e resíduos alimentares externos.
Os pesquisadores estimam que 300 usinas como essa do IEE seriam capazes de tratar todo o volume de resíduos orgânicos domésticos gerados na cidade de São Paulo; 600 seriam o suficiente para atender todo o Estado e 3 mil, todo o País.
Um desafio enfrentado pelo projeto é a regulamentação. A usina foi a primeira operação que utiliza essa tecnologia a ser licenciada pela Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb). Também obteve registro como produtora de material secundário no Ministério da Agricultura e Pecuária e está em conformidade com as determinações da SP Regula, a Agência Reguladora de Serviços Públicos do Município de São Paulo responsável, entre outras coisas, por gerir e fiscalizar os serviços de coleta domiciliar de resíduos na capital paulista. Ao transformar o que antes era desperdício em luz para as casas, combustível limpo para as cidades e vida nova para a nossa terra, essa usina prova que o futuro sustentável não é um sonho distante, mas uma realidade que respira e renova a qualidade de vida de todos nós a cada novo amanhecer.
Fontes: Jornal da USP - Instituto de Energia e Ambiente (IEE-USP).
segunda-feira, 27 de julho de 2026
Conecta 82
#ciência #tecnologia #natureza #MataAtlantica #RioRibeira #danascenteafoz
Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz. Um documentário inédito que percorre os quase 500 km do último grande rio não represado do Estado de São Paulo. Produzido de forma brilhante pela PreserValle, o filme é muito mais do que um registro geográfico e histórico, é uma aula sobre nosso Brasil real e como as mudanças climáticas estão alterando toda fauna, flora e a vida da população que vive à beira do Rio Ribeira. Trata-se de um manifesto poético e socioambiental sobre a nossa gente. Ao percorrer toda a extensão do rio, a obra conecta realidades que, embora distantes em quilômetros, partilham do mesmo cordão umbilical hídrico. Da calmaria das cabeceiras e das águas que brotam na rocha e alimentam a nossa Mata Atlântica, até o encontro imponente com o oceano, o que vemos na tela é o retrato da nossa própria sobrevivência. Com direção de Rafael Guimarães e Vinícius Oliveira, a obra é resultado de uma realização conjunta entre o Comitê da Bacia Hidrográfica do Ribeira de Iguape e Litoral Sul (CBH-RB), a Associação dos Bananicultores de Miracatu (ABAM) e a PreserValle Soluções Ambientais Inteligentes, com financiamento do FEHIDRO (Fundo Estadual de Recursos Hídricos). Atravessando montanhas, vales, comunidades e saberes, o filme é conduzido por um roteiro original e sensível, costurado a partir das vozes dos próprios territórios. Quilombolas, indígenas, caiçaras, pesquisadores, gestores públicos e artistas compartilham histórias e reflexões que resgatam a memória e projetam o futuro das águas do Ribeira. O grande trunfo do documentário é dar voz a quem de fato molda e protege esse território: as comunidades tradicionais. São os quilombolas, os caiçaras, os povos indígenas e os nossos agricultores familiares que, com suas mãos e saberes ancestrais, mostram que o desenvolvimento real só acontece em harmonia com a floresta em pé e os rios limpos. O filme nos lembra, de forma sensível e direta, que cuidar das nossas águas nas encostas da serra é garantir a vida e o alimento de quem está lá na ponta, além de trazer à tona debates históricos cruciais, como os impactos que o homem causou ao intervir no fluxo natural das águas, exploração indevida e ações criminosas na Mata Atlântica do Vale do Ribeira, a exemplo do Canal do Valo Grande em Iguape. O Rio Ribeira nasce no estado do Paraná, na região do município de Cerro Azul e deságua no Oceano Atlântico, na costa do estado de São Paulo, na altura do município de Iguape, na região do Complexo Estuarino-Lagunar de Cananéia-Iguape-Paranaguá. Com trilha sonora original do Rodrigo Aquino, que evoca os sons do antigo Caminho do Peabiru, som ambiente imersivo e imagens aéreas deslumbrantes, a obra une estética, pedagogia e etnografia em uma poderosa ferramenta de comunicação socioambiental. Sensibilizando, educando e mobilizando diferentes públicos para a importância da conservação da bacia hidrográfica do Ribeira de Iguape. Após emocionar o público em exibições marcantes e lotadas pelo Sesc Registro e Fábricas de Cultura, "Águas do Ribeira – Da Nascente à Foz" cumpre agora o seu papel mais nobre: o de democratizar o acesso à informação e à cultura, estando disponível gratuitamente no YouTube. Assistir a esse documentário não é apenas um ato de lazer; é um exercício de cidadania e de reconexão com a nossa terra. Em tempos onde a segurança climática, a preservação da Mata Atlântica e a gestão dos nossos recursos hídricos se tornaram debates urgentes em todo o planeta, o Vale do Ribeira mostra que tem a chave para o futuro. Que as águas do nosso rio continuem correndo livres, e que a nossa consciência siga o mesmo fluxo. Acesse, assista e conecte-se com a nossa maior riqueza. Assista, compartilhe e mergulhe nessa jornada. Youtube - Instagram @preservalle
#ÁguasDoRibeira #Documentário #ValeDoRibeira #PreserValle #ABAM #CBHRB #FEHIDRO #EducaçãoAmbiental #ODS #PertencimentoTerritorial #CaminhoDoPeabiru
Assinar:
Postagens (Atom)




