terça-feira, 19 de maio de 2026

Conecta 73

#ciencia #humano #inteligenciaartificial #geopolitica # A humanidade entrou em 2026 cercada por guerras, algoritmos e medo nuclear. A inteligência artificial já participa da seleção de alvos militares. Satélites espionam continentes inteiros e exterminam populações em segundos. E governos que mal conseguem impedir enchentes ou blecautes climáticos falam diariamente em “equilíbrio estratégico” enquanto ampliam o arsenal. A humanidade tornou-se biologicamente, tecnologicamente e economicamente interdependente sem desenvolver maturidade política equivalente. Pouco conhecida em comparação com as principais empresas do Big Tech (Google, Amazon, Meta, Apple), a Palantir Technologies é uma veterana no Vale do Silício. A pedra fundamental da empresa foi lançada pela agência de inteligência americana CIA por meio de seu fundo de investimento In-Q-Tel. “Construímos um sistema nervoso planetário sem criar um cérebro político correspondente", afirma o bilionário norte-americano Peter Thiel, integrante do círculo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump”. A Palantir desde 2003 tem propagado publicamente visões para a sociedade vistas por críticos como “tecnofacistas”. A guerra navega nas fronteiras e na tecnologia , enquanto grandes potências como a China e Rússia tem seus softwares, os EUA já avançam e lucram com os confrontos desumanos, usando a Palantir há muito tempo que divide opiniões, a empresa norte-americana desenvolve softwares de inteligência para prever e investigar crimes, utilizados por forças de segurança e agências de inteligência não só dos Estados Unidos, mas também em países como Reino Unido, Israel e Ucrânia. A Alemanha (já abandonou o uso), mas é empregado nos estados da Baviera, Hesse e Renânia do Norte-Vestfália, o software unifica e cruza dados como registros bancários, imagens e contatos, criando perfis de suspeitos em tempo real. Críticos afirmam, no entanto, que o uso massivo da inteligência artificial na busca dos suspeitos pode afetar indivíduos inocentes. Outros complicadores são a relação próxima que a Palantir teria com os serviços de inteligência americanos e o papel do seu fundador. A mudança climática talvez seja o exemplo mais devastador dessa contradição. O dióxido de carbono não reconhece os passaportes, a fumaça das queimadas não respeita as soberanias. O degelo do Ártico altera preços agrícolas no hemisfério sul. Um tufão no Pacífico desorganiza cadeias industriais em continentes inteiros. Mesmo assim, os governos continuam negociando como acionistas brigando pelo controle de uma embarcação já inclinada sobre o abismo. O mundo assiste à corrida tecnológica mais perigosa desde a bomba atômica. Empresas privadas acumulam poder computacional comparável ao de estados nacionais. Algoritmos influenciam eleições, manipulam emoções e organizam economias. Mas não existe estrutura internacional minimamente robusta para governar essa transformação. A humanidade tornou-se biologicamente, tecnologicamente e economicamente interdependente sem desenvolver maturidade política equivalente. Construímos um sistema nervoso planetário sem criar um cérebro político correspondente. A mudança climática talvez seja o exemplo mais devastador dessa contradição. O grande desafio histórico do nosso tempo é criar uma ideia de ordem internacional que não seja imperial, tecnocrática nem puramente mercantil. A paz mundial talvez seja menos um sonho filosófico do que uma exigência evolutiva. A alternativa já começou a aparecer diante dos olhos do planeta: crises simultâneas, sociedades emocionalmente exaustas, democracias fragilizadas, ecossistemas em colapso e tecnologias cada vez mais poderosas nas mãos de estruturas politicamente imaturas. O século XXI ainda não decidiu se será ponte ou precipício. Fonte: @brasildefato @brasil247 @correiodobrasil @operamundi

Conecta 72

#ciencia #humano #inteligenciaartificial #colonialismo #historia #paz Nascemos e convivemos com confrontos armados ou não ao redor do mundo desde que nascemos, com base em dados atualizados até o início de 2026, o mundo vive um dos cenários mais violentos desde a Segunda Guerra Mundial. Conflitos Armados Totais: Existem mais de 120 conflitos armados ativos no mundo, um número considerado altíssimo e que tem aumentado. Grandes Guerras: Especialistas apontam para, pelo menos, 8 a 11 grandes guerras com alto número de mortes (mais de 10.000 ao ano) em andamento. Países Envolvidos: Cerca de 60 países estão envolvidos em situações de conflito armado, representando 31% das nações do mundo. A África concentra o maior número de conflitos estatais (28), seguida pela Ásia (17) e Oriente Médio (10). Principais Conflitos Ativos (2025-2026): Guerra Ucrânia-Rússia. Continua como um dos maiores conflitos com alta fatalidade. Guerra Israel-Irã/Gaza. Este ano registrou um agravamento, com ataques conjuntos de Israel e EUA contra o Irã em fevereiro. Conflitos na África e Ásia: Sudão, Sudão do Sul, Mianmar, Iêmen, Burkina Faso e Somália enfrentam guerras civis e conflitos internos intensos. Historicamente, os Estados Unidos já realizaram centenas de intervenções militares no exterior, além de fornecerem um suporte multidimensional a Israel que é considerado fundamental para a sustentação de suas operações militares em múltiplas frentes, incluindo Gaza, Líbano e Cisjordânia. Em abril deste ano, esse apoio manifesta-se principalmente através de ajuda financeira, fornecimento de armamento avançado e suporte diplomático. O aumento é impulsionado por um recorde de conflitos armados não internacionais, que mais do que triplicaram desde o ano 2000. Muitos desses conflitos não recebem atenção constante da mídia, mas causam sofrimento a milhões. Essa corrida tecnológica está mudando o conceito de superioridade militar, não vence quem tem mais tanques, mas quem possui o algoritmo que decide mais rápido. Na guerra sobre petróleo, terras raras e colonização de países. A solução vem da tecnologia com o sistema criado na China para evitar ataques, a Inteligência artificial ajudou a desenvolver um algoritmo chamado Jingqi, projetado para monitorar e antecipar movimentações militares de larga escala. Identificação Antecipada: O sistema teria sido capaz de detectar sinais de mobilização de tropas e preparativos logísticos semanas antes de ações concretas. Fontes de Dados: A IA opera integrando uma vasta gama de informações, incluindo imagens de satélite em tempo real, trajetórias de voos de transporte e reconhecimento, movimentação de grupos de ataque navais, registros públicos e fontes abertas (OSINT). No uso agora (Irã, 2026), afirma-se que este sistema identificou o acúmulo de forças ocidentais no Oriente Médio meses antes dos ataques de fevereiro de 2026, reconstruindo padrões que superaram os níveis de atividade da Guerra do Iraque. Além disso existem as guerras híbridas que acontecem também no campo invisível: Ciberataques: Sabotagem de infraestruturas críticas (super mísseis teleguiados, cabos submarinos, drones, redes elétricas e internet). Desinformação: O uso de IA para manipular opiniões públicas e desestabilizar governos adversários sem disparar um único tiro. Especialistas apontam que 2026 é um "ano decisivo". O rumo das negociações atuais no continente Africano, Ucrânia e no Oriente Médio, somado à postura das grandes potências frente às crises climáticas, determinará se caminhamos para uma desescalada ou para uma conflagração ainda maior. Já que não conseguimos conviver como irmãos que morrem sem ter uma arma na mão, evitemos futuras guerras. Nos abençoe ó Jesus de Nazaré, afaste as coisas ruins e aumente a minha fé. ( Paulo Perdigão) #PazNoMundo

Conecta 71

#ciencia #faunaeflora #rioribeira #reciclagem #lixo0 #coletaseletiva #Itaoca Rio Ribeira precisa de ações urgentes de todas as cidades que vivem em suas margens. A educação ambiental segue junto com a preocupação com saneamento e resgate das matas ciliares, plantar e cuidar das nascentes passa a ser prioridade frente às mudanças climáticas, falta de chuva e controle das plantações que devastam a Mata Atlântica, tem que ser observadas e realizar ações importantes para enfrentar os novos tempos. Palestra sobre coleta seletiva para escolas deve ser prioridade! Propor equilíbrio entre ser humano, a conscientização ambiental e a instrução prática. Na biologia e na ecologia, os elementos são as bases que formam os ecossistemas. Vamos falar sobre os elementos da natureza, a importância deles com a Coleta Seletiva e como colocar essas ações em nosso dia a dia, sem deixar resíduos fora de lugar e aprender como a terra se transforma em adubo orgânico, utilizar as caixas coletoras e sentir o prazer de pertencimento ao futuro do planeta e das próximas gerações, aprendendo com a sabedoria dos ancestrais e usando as novas tecnologias para tornar sua moradia em “LIXO 0”. Através do FEHIDRO (Fundo Estadual de Recursos Hídricos) é o braço financeiro do Sistema Integrado de Gerenciamento de Recursos Hídricos (SIGRH) de São Paulo, que financia projetos de saneamento, drenagem, preservação e gestão hídrica, com recursos oriundos da cobrança pelo uso da água e outras fontes, visando a melhoria das bacias hidrográficas. A cidade de Itaoca foi contemplada após apresentar números e estatísticas de todo sistema hídrico, pecuário, agrônomo e da qualidade de vida dos moradores, este projeto foi bem direcionado e administrado pela prefeitura de Frederico Dias Batista e sua equipe. Foi produzido um vídeo “Itaoca - Um território vivo do Vale do Ribeira” (Documentário), que vai ser exibido em breve nas redes sociais, mas as escolas e a população estão tendo acesso em primeira mão, o projeto conseguiu verbas para nova sede da associação de reciclagem, coletoras para recicláveis e um caminhão para fazer a coleta em toda cidade, isso gera motivação e sensação de pertencimento à nossa terra, para preservação da natureza e qualidade de vida da população ribeirinha e das futuras gerações. Foram feitas várias palestras com apresentação deste colunista sobre coleta seletiva em escolas municipais e estaduais, mostrando a importância da separação correta dos resíduos em seus devidos lugares para facilitar o trabalho dos coletores. As águas do Ribeira ganham voz no Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Ribeira de Iguape e Litoral Sul (CBH-RB) apresenta seu novo vídeo institucional: “A Bacia Hidrográfica do Rio Ribeira de Iguape e Litoral Sul". Um olhar sobre um dos territórios socioambientais mais relevantes do país da nascente, nos Campos Gerais do Paraná, até o encontro com o mar em Iguape. Um rio que segue livre, sem barramentos em seu curso principal. Mantendo sua dinâmica natural e sustentando a biodiversidade. Ao longo de seu percurso, o Ribeira atravessa o maior contínuo de Mata Atlântica do Brasil e sustenta modos de vida que constroem, há gerações, uma relação direta com a água, povos indígenas, quilombolas, caiçaras e ribeirinhos. Há 30 anos, o CBH-RB atua na construção coletiva de caminhos para o uso equilibrado da água. O lançamento foi no 3º Fórum Brasil das Águas no Stand do Fórum Paulista de CBH’s dia 5 de maio. As águas seguem e contar essa história também é parte da gestão das prefeituras, a educação ambiental é mais que necessária. Produzido pelos mesmos diretores do @aguasdoribeira @rafadoribeira , direção de fotografia @viniciusoliveira.cine e direção de som de @rodrigo.aquino.gtr. Para levar essa palestra sobre o Rio Ribeira e a Coleta Seletiva para sua cidade ou escola entrar em contato.

segunda-feira, 4 de maio de 2026

Conecta 70

#ciencia #agua #mineradoras #barragens #baciashidrograficas #demarcaçãojá Relatório aponta queda de 81% nas populações de peixes migratórios de água doce no mundo. Os dados mostram estudos nas populações desde 1970, um dos declínios mais acentuados já registrados entre vertebrados. Além disso, 97% das espécies migratórias já listadas enfrentam risco de extinção, o que evidencia a gravidade da crise. Entre os principais fatores estão a construção de barragens, que interrompem rotas naturais, a fragmentação de habitats, a poluição, a sobrepesca e as mudanças climáticas. Esses impactos comprometem a conectividade dos rios, elemento vital para o ciclo de vida dos peixes migratórios de água doce, que dependem de longos deslocamentos entre áreas de reprodução, alimentação e crescimento. A maior concentração está na Ásia, com 205 espécies, seguida pela América do Sul (55), Europa (50), África (42) e América do Norte (32). Entre as bacias hidrográficas prioritárias para intervenção estão sistemas estratégicos como Amazônia, La Plata-Paraná, Danúbio, Mekong, Nilo e Ganges-Brahmaputra, regiões onde a pressão humana sobre os rios cresce rapidamente. Apesar da magnitude do problema, poluição, mineração e a demarcação de terras são os mais preocupantes, estudiosos alertam que a crise permanece subestimada. Diferentemente de desmatamentos ou eventos extremos, o colapso das migrações ocorre de forma invisível, sob a superfície das águas, dificultando sua percepção pública e política. Na Amazônia, considerada um dos últimos grandes refúgios de muitas espécies, o cenário é preocupante. Os peixes migratórios de água doce respondem por cerca de 93% da pesca regional e sustentam uma atividade econômica estimada em US$436 milhões por ano. Um dos exemplos mais emblemáticos é o bagre dourado (Brachyplatystoma rousseauxii), que realiza uma das maiores migrações de água doce conhecidas, percorrendo mais de 10 mil quilômetros desde os Andes até áreas costeiras. Essa jornada só é possível em rios plenamente conectados, condição cada vez mais rara. Diante desse cenário, o relatório defende uma mudança estrutural na gestão dos recursos hídricos. A principal recomendação é tratar os rios como sistemas ecológicos integrados e não como unidades fragmentadas por fronteiras nacionais. Isso inclui a proteção de corredores migratórios, o planejamento em escala de bacias e a cooperação internacional. A crise das migrações fluviais expõe o desafio de preservar biomas fundamentais para a vida no planeta. Sem ação coordenada e urgente, os especialistas alertam que uma das maiores migrações da Terra pode desaparecer silenciosamente. Isso se deve ao descaso, corrupção ou intimidação, pois mais de 1.300 pedidos expõem lobby da mineração em terras indígenas e quilombolas. A intensificação da atividade minerária na Amazônia tem acendido alertas entre organizações indígenas e especialistas. Garimpo ilegal, terras invadidas e crimes ambientais continuam ocorrendo, no ano de 2011 foi inaugurada a construção de Belo Monte no Pará, o maior crime ambiental do século XXI, agora a notícia é que a mineradora Canadense Belo Sun teve a liberação no estado do Pará para trazer a mineração de volta no Xingu. Não bastasse o crime ambiental de Belo Monte, agora teremos um desfecho sem precedentes. Estamos assistindo ao envenenamento do Rio Xingu e de todas as populações indígenas, ribeirinhas, vilas e as cidades acima abaixo da barragem. Veremos o flagelo do Rio Amazonas pois o Rio Xingu corre para lá. A luta dos povos indígenas no Brasil continua firme, em abril de 2026 reuniu milhares de representantes de diversos povos de todas as regiões do país em Brasília, para a 22ª edição do Acampamento Terra Livre (ATL). O encontro encerrou com a entrega de cartas de reivindicações aos três poderes, Executivo, Legislativo e Judiciário cobrando a aceleração das demarcações e proteção ambiental. Está notícia nos dá tristeza profunda, alerta para divulgar e cobrar das autoridades! Fonte: https://brasilamazoniaagora.com.br/colunistas/bruna-akamatsu/

segunda-feira, 27 de abril de 2026

Conecta 69

#ciencia #humano #internet #fakenews #redessociais A Verdade sob Ataque: O Desafio das Fake News e o Caminho da Regulamentação. Vivemos na era da hiperconexão. Nunca foi tão fácil acessar informação, mas, paradoxalmente, nunca foi tão difícil filtrar o que é real. No fluxo incessante de notificações, às Fake News (notícias falsas) deixaram de ser apenas "boatos de internet" para se tornarem ferramentas sofisticadas de desinformação, capazes de abalar democracias, destruir reputações e colocar a saúde pública em risco. Vídeos e fotos com realidade impressionante deixando cada vez mais difícil detectar a veracidade da informação. Novos aplicativos e sites têm surgido como ferramenta de combate à desinformação. Inteligência Artificial contra desinformação em grupos de Whatsapp foi criada por alunos da USP e vence desafio internacional. Três alunos do curso de Ciência da Computação da Universidade de São Paulo (USP) venceram o Programa AI4Good, desafio promovido pela Brazil Conference, com a criação do chatbot “Tá Certo Isso AI?”. Durante anos, acreditou-se que as próprias plataformas de tecnologia (Big Techs) conseguiriam moderar esse conteúdo de forma orgânica. No entanto, o cenário atual mostra que a escala do problema é maior do que qualquer filtro interno. É aqui que entra o debate urgente sobre a regulamentação. Falar em regulamentar não significa censurar, mas sim estabelecer regras de responsabilidade. Você deixaria um filme mudar a forma como seu filho enxerga o próprio celular? Um psiquiatra infantil reuniu alguns documentários e algo inesperado aconteceu: as crianças começaram a largar as telas por conta própria. Sem grito, sem regra forçada… só consciência. Produções como O Dilema das Redes e Privacidade Hackeada mostram que por trás de cada curtida existe um sistema projetado para prender atenção, e quando isso fica claro, a forma de usar a internet muda na hora. Denuncie fraudes: Encontrou serviços que prometem elevar seu score ou ofertas milagrosas para limpar o nome? Denuncie fraudes e golpes digitais que utilizam o nome da Serasa e protejam seus dados! serasa.com.br/contra-fraudes. O ICL Notícias lançou, nesta segunda-feira (23), um site de denúncias voltado ao recebimento seguro e anônimo de informações de interesse público. denunciei.com. O portal G1 lançou a página Fato ou Fake (Como denunciar Fake News nas redes sociais). Plataformas digitais fizeram uma parceria com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para combater a desinformação. A atenção está focada em eleições, redes sociais e urna eletrônica. Desinformação? Não repasse! Manda a real, não caia em fake news, acesse informações, dicas e ferramentas para reconhecer e combater a desinformação. mandaareal.mpf.mp.br . As mentiras não podem vencer a democracia. Combater notícias falsas é fundamental para que tenhamos um real Estado Democrático de Direito, acesse e saiba como atuar casa13.pt.org.br/combate-fake-news Dicas de filmes: Adolescentes digitais - crescer na era digital, Privacidade hackeada, Dilema das redes, Desatentos, Século do ego, Império da dor, Mestres do dinheiro, Infância 2.0, O Experimento Vivo, Adolescentes Digitais, Crescer na Era Digital e Desatentos vão ainda mais fundo, mostrando ansiedade, conflitos familiares e até o funcionamento do cérebro diante das telas. O impacto é silencioso, mas poderoso: crianças e adultos começam a perceber que não estão no controle como imaginavam, e essa virada de chave vale mais do que qualquer proibição. No Brasil de 2026, embora ainda não exista uma "Lei Geral de Fake News", a Justiça utiliza ferramentas que já existem no nosso Código Penal e na Justiça Eleitoral, que criminaliza toda e qualquer notícia falsa, mas o tribunal da internet é cruel, portanto atenção ao repassar, na dúvida não compartilhe, a responsabilidade digital agora é uma obrigação legal, não apenas um conselho ético. Sigamos conectados pelo que é verdadeiro!