segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026
Conecta 59
#ciencia #humano #natureza #pitons #especiesexoticas #aguasvivas
O desequilíbrio causado pelas ações humanas, muitas vezes movida por interesses imediatos ou falta de cautela, pode gerar catástrofes ecológicas irreversíveis. Introdução de espécies exóticas como "Moda". O problema começou nas décadas de 70 e 80, quando as pítons se tornaram populares na Flórida (USA) como animais de estimação exóticos. O erro humano foi tratar seres complexos como meros produtos de consumo, sem considerar as consequências de sua fuga ou soltura deliberada por donos que não conseguiam mais lidar com o tamanho do animal. Subestimar a resiliência da natureza (e do Clima). Acreditava-se que essas cobras, nativas do sudeste asiático, não prosperaram. No entanto, elas encontraram nos Everglades um ambiente pantanoso e quente muito similar ao seu habitat original. A destruição de criadouros pelo Furacão Andrew em 1992 acelerou drasticamente a dispersão dessas serpentes no ambiente selvagem. Ao introduzir um predador de topo sem inimigos naturais locais, a humanidade causou um colapso populacional devastador. Estudos indicam que as pítons consumiram cerca de 90% dos pequenos mamíferos em certas áreas, levando ao desaparecimento quase total de raposas, coelhos e guaxinins. Elas competem até com o jacaré americano, o antigo rei do pântano. Falta de fiscalização e proibição tardia. A importação de pítons birmanesas só foi proibida nos EUA em 2012, décadas após o início da crise. Esse atraso demonstra a falha em implementar o princípio da precaução, onde a falta de certeza científica absoluta não deveria ser usada como razão para adotar medidas de proteção ambiental. Medidas de controle paliativas levaram o governo da Flórida a pagar recompensas a caçadores para tentar conter a invasão. Embora necessário, isso é um "enxugar gelo": cada fêmea pode botar até 100 ovos por ano, tornando a erradicação total praticamente impossível com as tecnologias atuais. A "invasão" de águas-vivas gigantes no Japão, especificamente da espécie Nomura (Nemopilema nomurai), é um exemplo de como a degradação ambiental sistêmica pode gerar "monstros" ecológicos. Diferente das pítons, que foram uma introdução direta, o caso das águas-vivas é uma resposta da natureza a múltiplos erros humanos acumulados. Aqui estão os principais erros que levaram a esse desequilíbrio: Sobrepesca Massiva. As águas-vivas e os peixes competem pelo mesmo alimento: o zooplâncton. Ao pescar excessivamente os peixes comerciais no Mar Amarelo e no Mar do Japão, a humanidade removeu os competidores naturais das águas-vivas, deixando "mesa farta" para que suas populações explodissem sem controle. Poluição por nutrientes (Eutrofização). O despejo de fertilizantes agrícolas e esgoto nas águas costeiras aumentou os níveis de nitrogênio e fósforo. Isso estimula o crescimento de plâncton, o combustível principal para o rápido desenvolvimento das águas-vivas, que podem pesar até 200 kg e atingir 2 metros de diâmetro. O aumento da temperatura dos oceanos devido às mudanças climáticas favorece o ciclo reprodutivo das águas-vivas. Águas mais quentes aceleram o metabolismo e a taxa de crescimento dessas criaturas, permitindo que elas se tornem adultas e se reproduzam muito mais rápido do que o normal. A construção de portos, piers e paredões de concreto forneceu superfícies ideais para que os pólipos (a fase inicial da vida da água-viva) se fixem e se multipliquem. Em ambientes naturais, elas teriam menos locais para se prender e no ambiente urbanizado encontram berçários perfeitos em cada pilar de ponte ou cais. Consequências drásticas como o colapso da pesca, acidentes marítimos, bloqueio de usinas, pois águas-vivas chegaram a entupir os sistemas de resfriamento de usinas nucleares e elétricas no litoral japonês, forçando paradas de emergência. Na sequência vamos falar sobre outros desequilíbrios da fauna e flora do mundo e do Brasil.
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quarta-feira, 11 de fevereiro de 2026
Conecta 58
#ciencia #humano #medicina #biologia #medulaespinhal #polilaminina
Tatiana Coelho de Sampaio é uma bióloga e professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) que desenvolveu uma abordagem terapêutica inovadora com potencial para reverter lesões da medula espinhal. Cientista brasileira lidera avanço histórico: tetraplégicos voltam a andar! Tatiana Sampaio, da UFRJ, cria molécula que estimula regeneração neural na medula espinhal. Pesquisadora reconhecida internacionalmente na área de biologia regenerativa e biologia celular, ela é responsável pelo desenvolvimento da polilaminina, uma estrutura polimerizada da proteína laminina investigada como agente terapêutico para regeneração neural. Tatiana atua como professora universitária e chefe de laboratório na UFRJ, onde coordena pesquisas de destaque nacional e internacional voltadas à recuperação de tecidos do sistema nervoso. Tatiana Coelho de Sampaio é graduada em Biologia, com formação acadêmica voltada à biologia celular e molecular da matriz extracelular. Ao longo de sua trajetória, realizou pós-graduação stricto sensu, incluindo mestrado e doutorado, com pesquisas centradas no papel das proteínas da matriz extracelular no desenvolvimento, organização tecidual e processos regenerativos.
Sua formação científica contribuiu para a consolidação de uma linha de pesquisa voltada ao estudo das lâminas, glicoproteínas fundamentais da matriz extracelular envolvidas na adesão celular, migração, diferenciação e sobrevivência celular, especialmente no sistema nervoso central. Ensaios clínicos e translação tecnológica: A polilaminina avançou para etapas regulatórias, sendo registrada no Registro Brasileiro de Ensaios Clínicos para estudos iniciais em humanos, com o objetivo de avaliar segurança, viabilidade e sinais preliminares de eficácia em pacientes com lesão medular aguda. O avanço da pesquisa atraiu atenção da mídia, de instituições científicas e de órgãos governamentais, sendo frequentemente citada como uma das pesquisas brasileiras mais promissoras na área de regeneração neural e biotecnologia aplicada à saúde. O trabalho da bióloga brasileira Tatiana Coelho Sampaio com a polilaminina representa uma fronteira promissora para a biologia regenerativa, com um impacto social profundo e transformador. Ao desenvolver essa variante polimerizada da laminina, a pesquisadora oferece uma nova esperança para o tratamento de lesões no sistema nervoso central e periférico. O alcance dessa inovação toca diretamente a estrutura da sociedade e a saúde pública. Ao estimular o crescimento de neurônios, a polilaminina tem o potencial de devolver movimentos e sensibilidade a pacientes com paralisias, promovendo dignidade e independência. Redução de custos em Saúde: Terapias eficientes em biologia regenerativa podem diminuir a dependência de cuidados paliativos de longo prazo e reduzir o ônus socioeconômico sobre famílias e sistemas de saúde. Protagonismo Científico: A pesquisa reforça a capacidade da ciência brasileira em gerar patentes e soluções de alta complexidade, posicionando o país na vanguarda da biologia e suas tecnologias. Contribuições para a ciência brasileira. Tatiana Coelho de Sampaio é frequentemente citada como exemplo de pesquisadora brasileira atuando na fronteira do conhecimento em biologia celular e biologia regenerativa. Sua atuação contribuiu para o fortalecimento da pesquisa básica no Brasil, integração entre ciência básica e inovação tecnológica, formação de recursos humanos altamente qualificados, visibilidade internacional da ciência brasileira na área de matriz extracelular. Por décadas, acreditava-se que lesões na medula espinhal eram irreversíveis. Mas essa descoberta liderada pela cientista Tatiana Sampaio, da UFRJ, muda esse cenário. Com o uso da polilaminina, uma molécula experimental criada a partir de proteínas da placenta humana, seis pessoas tetraplégicas recuperaram movimentos e sensibilidade, um resultado que surpreendeu a comunidade científica internacional.
terça-feira, 3 de fevereiro de 2026
Conecta 56
#ciencia #humano #natureza #odontologia #saude #dentes
Esta é uma descoberta fascinante que parece saída de um filme de ficção científica, mas está prestes a se tornar realidade clínica. A Ciência que "Cria" Dentes do Zero: Imagine a cena: você perdeu um dente e, em vez de recorrer a implantes de titânio ou próteses desconfortáveis, o seu dentista simplesmente aplica um medicamento que faz um novo dente nascer. O que parece futurista demais acaba de entrar em fase de testes em humanos, graças a uma descoberta revolucionária no Japão. A Proteína USAG-1. Liderados pelo pesquisador Katsu Takahashi, do Hospital Kitano, em Osaka, cientistas identificaram que todos nós possuímos o "mapa" para uma terceira dentição. O problema é que uma proteína específica, chamada USAG-1, atua como um freio biológico, impedindo que novos dentes se desenvolvam após a dentição permanente. A lógica da descoberta é elegante em sua simplicidade: A Descoberta: A USAG-1 bloqueia os sinais de crescimento dental. A Solução: Os cientistas criaram um anticorpo capaz de neutralizar essa proteína. O Resultado: Sem o "freio", o corpo retoma sua capacidade natural de gerar dentes.
Dos Laboratórios para os Consultórios: Os resultados em camundongos e furões foram impressionantes, mostrando que o bloqueio da proteína é seguro e eficaz para estimular o rebroto (crescimento de um novo dente). Agora, o mundo volta os olhos para os testes em humanos, que já estão em andamento. Se os testes forem bem-sucedidos, o tratamento poderá estar disponível comercialmente até 2030. Inicialmente, o foco será em crianças com anodontia (condição genética onde os dentes não nascem), mas o objetivo final é expandir para qualquer pessoa que tenha perdido dentes devido a cáries ou acidentes. Ponto de Reflexão: Estamos presenciando o nascimento da "odontologia regenerativa". Em breve, a pergunta no consultório não será mais "qual prótese vamos colocar?", mas sim "está pronto para deixar seu novo dente crescer?".
No Brasil, a comunidade científica e órgãos oficiais (como o CFO - Conselho Federal de Odontologia) acompanham os avanços japoneses com grande entusiasmo, embora o país ainda não tenha um ensaio clínico idêntico ao de Katsu Takahashi em andamento, emitiu notas esclarecendo que, embora as manchetes pareçam futuristas, as pesquisas sobre a proteína USAG-1 são reais e fundamentadas. O conselho destaca que o Brasil é um dos países que mais poderá beneficiar desta tecnologia, dado que cerca de 15% da população adulta brasileira sofre com a perda total ou parcial de dentes, segundo dados do IBGE.
Pesquisas de Ponta na USP e UNICAMP. Embora o foco japonês seja o bloqueio da proteína USAG-1, pesquisadores brasileiros em universidades como a USP (Faculdade de Odontologia de Ribeirão Preto) e a UNICAMP exploram vertentes complementares da Odontologia Regenerativa: Células-Tronco: Existem estudos avançados no Brasil sobre o uso de células-tronco de polpa dentária (muitas vezes coletadas de dentes de leite) para regenerar tecidos dentários e até osso alveolar. Biomateriais: Pesquisas brasileiras focam em "arcabouços" (scaffolds) biológicos que ajudariam o novo dente a crescer no formato correto, que é justamente um dos desafios citados pelo Dr. Takahashi. Diferentes portais de ciência brasileiros (como a Revista Pesquisa FAPESP e a Exame), têm destacado que o Brasil possui um ecossistema de biotecnologia capaz de adotar essas terapias rapidamente assim que forem aprovadas internacionalmente. A expectativa é que, se o medicamento chegar ao mercado em 2030, o Brasil possa ser um dos grandes centros de aplicação devido à sua vasta rede de cirurgiões-dentistas qualificados. O Brasil é um dos países mais ativos na divulgação e preparação teórica para essa nova era da odontologia, com grupos de pesquisa prontos para colaborar nos testes de segurança e eficácia no futuro.
Conecta 57
#brasil #pardo #indigena #negro #ribeirinho #branco #mestico
Afinal de contas o Brasil é branco, negro ou indio? Essa é a pergunta de "um milhão de palmitos" que define a nossa identidade. A resposta mais honesta, baseada na ciência, na história e na sociologia, é: o Brasil não é um país é um continente. O Brasil é branco e negro e indígena. No entanto, se tivéssemos que escolher uma definição que unifique tudo, a palavra correta seria Mestiço (ou Pardo, no termo oficial do IBGE). Aqui está o porquê de cada uma dessas camadas ser fundamental: Geneticamente: Somos uma Mistura Irreversível. Se você olhar para o DNA médio do brasileiro, verá que quase ninguém é "puro". Somos um dos raros países onde a mistura não aconteceu apenas nas margens, mas no núcleo da formação populacional. O Brasil é o país com a maior população de origem africana fora da África, tem uma das maiores heranças genéticas indígenas das Américas e uma das maiores heranças europeias do hemisfério sul.
O Brasil não é europeu porque nosso comportamento e alma são tropicais, muito ligados a natureza e adeptos de rítmicos de vários países. O Brasil não "é" puramente africano porque falamos uma língua portuguesa-latina e vivemos sob leis tipicamente europeias. O Brasil não "é" puramente indígena, embora nossa relação com a terra e nossos hábitos de higiene e alimentação sejam nativos. Estatisticamente: O Brasil é "Pardo" e diverso como nossa natureza.
Pela primeira vez em 2022, o IBGE confirmou que a maioria absoluta dos brasileiros se identifica como parda. Isso significa que o brasileiro médio se olha no espelho e não vê um branco europeu, nem um negro retinto, nem um indígena de aldeia, ele vê a mistura.
O retrato por regiões: O DNA conta a história das migrações e ocupações de cada parte do país: Norte: É a região com a maior carga de DNA Indígena do país (chegando a 30% ou mais em média). Nordeste: Possui a maior contribuição de DNA Africano (especialmente no litoral e na Bahia). Sul: Apresenta a maior predominância de DNA Europeu (acima de 75%), devido às ondas de imigração alemã, italiana e polonesa. Sudeste e Centro-Oeste: São as regiões mais equilibradas, com alta mistura das três linhagens. O DNA do brasileiro é considerado um dos mais diversos e complexos do mundo. Estudos genéticos recentes (como o projeto DNA do Brasil, publicado na revista Science em 2025) confirmam que somos um "mosaico genético" formado por três matrizes principais branco, negro e indio, mas com uma curiosidade: nosso DNA nem sempre bate com a nossa aparência.
Dados do Censo indígena indicam o crescimento de 305 para 322 etnias no Brasil e um total de 295 línguas faladas. Sabemos dos desafios para se fazer um mapeamento desta dimensão, e também da importância de termos os números reais da diversidade dos povos originários em nosso país. Com dados atualizados, podemos avançar na proteção e implementação de políticas públicas no Brasil. As línguas não são apenas uma forma de expressão, mas um elemento da construção cultural. Quando uma língua se perde, vai embora junto parte da tradição e dos ensinamentos de um povo. É por isso que o governo implantou o Departamento de Línguas e Memórias, como forma de preservar a nossa história e cultura que ainda sofre muito com a discriminação racial.
Viva a diversidade dos povos indígenas, ribeirinhos, quilombolas e comunidade européia e asiática que fazem parte da nossa sociedade e contribuem para nossa forma única de viver, seja nas artes ou pelo amor ao próximo, mesmo com todas divergências a harmonia e o cuidado com a natureza prevalece, respeito a todas as diferenças!
sexta-feira, 23 de janeiro de 2026
Conecta 55
#HipHop #humano #natureza #tecnologia #culturaderua
O Brasil tem campeões em várias categorias há muitos anos, e precisam ser respeitados e apresentados ao grande público. Para dar sequência a esse trabalho vamos contar essa trajetória e juntar os profissionais competentes, essa é a intenção do canal de transmissão online True School Brasil, fundado em 2000 pelo DJ e Produtor Sylvio Muller, que já produziu vários discos, eventos, campeonatos e shows ao vivo e online, traz agora de forma mais ampla levando de São Paulo para o resto do mundo a cultura Hip Hop nacional e apresentando os novos representantes e talentos dos campeonatos e dos bailes mundo afora. Transmitir online em diversas localidades e usar o sistema de podcast (raid) para trazer profissionais e especialistas em diversos ritmos e também, campeonatos e eventos.
Teremos sedes no interior paulista na cidade de Apiai (Vale do Ribeira), na grande São Paulo, Sorocaba e Osasco, com estúdios preparados para apresentações ao vivo e entrevistas com renomados profissionais, como por exemplo mostrar a força e resistência da cultura dos discos vinil da fábrica Vinil Brasil com o mestre das bolachas Michel Nath, apresentando e recebendo King Nino Brown, Nelson Triunfo entre outros convidados, representantes dos elementos da cultura Hip Hop de outros estados e países.
Hip Hop - elementos: Breakdance - dança de rua / DJ - batidas e efeitos / Grafite - arte gráfica /Mestre de Cerimônias - Rap / Beatboxing - batida com a boca.
O Hip Hop chegou ao Brasil na década de 1980, impulsionado pelo movimento Hip Hop americano e se estabeleceu em São Paulo, onde jovens das periferias se reuniam em locais como a Praça 24 de Maio e a Estação São Bento do metrô. O movimento cresceu como uma poderosa forma de expressão cultural, social e política, denunciando desigualdades e servindo como um espaço de resistência e formação de identidade para a juventude periférica. A cultura se consolidou ao longo das décadas de 1990 e 2000, com o rap ganhando projeção nacional e diversificando-se com a incorporação de outros elementos e ritmos, resultando em um reconhecimento oficial em 2023 através do Decreto nº 11.784, que o reconhece como cultura nacional. Levar o Hip Hop para a escola é uma estratégia pedagógica poderosa. O Hip Hop não é apenas um gênero musical, mas uma cultura vasta que dialoga diretamente com a juventude, promovendo identidade, expressão crítica e criatividade.Para apresentar os quatro elementos (mais o quinto, que é o Conhecimento) de forma educativa e estruturada, recomendo uma abordagem em fases, integrando diferentes disciplinas (História, Artes, Educação Física e Língua Portuguesa).
A True School Brasil não é apenas um projeto educacional, mas sim uma TV Online (plataforma de mídia digital) que atua como embaixadora oficial da Zulu Nation Internacional no Brasil. A Zulu Nation, fundada por Afrika Bambaataa, é uma organização cultural que estabeleceu os princípios fundamentais do Hip Hop: Paz, Amor, União e Diversão.
Os elementos MC, DJ, B-Boy e Grafiteiros, são os principais representantes que continuam se aprimorando, e os brasileiros são campeões mundiais nessas categorias.
Zulu Nation Brasil é referência para comunidade Hip Hop, da periferia aos grandes centros é praticado e ensinado nas escolas, formando cidadãos e despertando talento de novos artistas. Em 2025, surgiu a ideia de São Paulo representar as comunidades do mundo todo que o Hip Hop impera como referência, modo de vida e seguindo os passos dos grandes mestres, já que desta grande metrópole surgiu o primeiro marco histórico na estação São Bento no centro da cidade, o espaço que reuniu os primeiros personagens de um estilo de vida que se aprimora mas mantém os elementos unidos e fortes, representada com muita competência com os principais profissionais do país pelos professores da,
True School Brasil, leva o Hip Hop até as escolas em 2026!
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