terça-feira, 19 de maio de 2026
Conecta 72
#ciencia #humano #inteligenciaartificial #colonialismo #historia #paz
Nascemos e convivemos com confrontos armados ou não ao redor do mundo desde que nascemos, com base em dados atualizados até o início de 2026, o mundo vive um dos cenários mais violentos desde a Segunda Guerra Mundial. Conflitos Armados Totais: Existem mais de 120 conflitos armados ativos no mundo, um número considerado altíssimo e que tem aumentado. Grandes Guerras: Especialistas apontam para, pelo menos, 8 a 11 grandes guerras com alto número de mortes (mais de 10.000 ao ano) em andamento. Países Envolvidos: Cerca de 60 países estão envolvidos em situações de conflito armado, representando 31% das nações do mundo. A África concentra o maior número de conflitos estatais (28), seguida pela Ásia (17) e Oriente Médio (10). Principais Conflitos Ativos (2025-2026): Guerra Ucrânia-Rússia. Continua como um dos maiores conflitos com alta fatalidade. Guerra Israel-Irã/Gaza. Este ano registrou um agravamento, com ataques conjuntos de Israel e EUA contra o Irã em fevereiro. Conflitos na África e Ásia: Sudão, Sudão do Sul, Mianmar, Iêmen, Burkina Faso e Somália enfrentam guerras civis e conflitos internos intensos. Historicamente, os Estados Unidos já realizaram centenas de intervenções militares no exterior, além de fornecerem um suporte multidimensional a Israel que é considerado fundamental para a sustentação de suas operações militares em múltiplas frentes, incluindo Gaza, Líbano e Cisjordânia. Em abril deste ano, esse apoio manifesta-se principalmente através de ajuda financeira, fornecimento de armamento avançado e suporte diplomático. O aumento é impulsionado por um recorde de conflitos armados não internacionais, que mais do que triplicaram desde o ano 2000. Muitos desses conflitos não recebem atenção constante da mídia, mas causam sofrimento a milhões. Essa corrida tecnológica está mudando o conceito de superioridade militar, não vence quem tem mais tanques, mas quem possui o algoritmo que decide mais rápido. Na guerra sobre petróleo, terras raras e colonização de países. A solução vem da tecnologia com o sistema criado na China para evitar ataques, a Inteligência artificial ajudou a desenvolver um algoritmo chamado Jingqi, projetado para monitorar e antecipar movimentações militares de larga escala. Identificação Antecipada: O sistema teria sido capaz de detectar sinais de mobilização de tropas e preparativos logísticos semanas antes de ações concretas. Fontes de Dados: A IA opera integrando uma vasta gama de informações, incluindo imagens de satélite em tempo real, trajetórias de voos de transporte e reconhecimento, movimentação de grupos de ataque navais, registros públicos e fontes abertas (OSINT). No uso agora (Irã, 2026), afirma-se que este sistema identificou o acúmulo de forças ocidentais no Oriente Médio meses antes dos ataques de fevereiro de 2026, reconstruindo padrões que superaram os níveis de atividade da Guerra do Iraque. Além disso existem as guerras híbridas que acontecem também no campo invisível: Ciberataques: Sabotagem de infraestruturas críticas (super mísseis teleguiados, cabos submarinos, drones, redes elétricas e internet). Desinformação: O uso de IA para manipular opiniões públicas e desestabilizar governos adversários sem disparar um único tiro. Especialistas apontam que 2026 é um "ano decisivo". O rumo das negociações atuais no continente Africano, Ucrânia e no Oriente Médio, somado à postura das grandes potências frente às crises climáticas, determinará se caminhamos para uma desescalada ou para uma conflagração ainda maior. Já que não conseguimos conviver como irmãos que morrem sem ter uma arma na mão, evitemos futuras guerras. Nos abençoe ó Jesus de Nazaré, afaste as coisas ruins e aumente a minha fé. ( Paulo Perdigão) #PazNoMundo
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